
Informação sobre alimentação/comportamentos
Verdades e mitos sobre nutrição / as nossas crenças.
Grounding
Os pés no chão.
Costumamos usar a expressão no sentido figurado, tipo: aquele fulano precisa de assentar, pôr os pés no chão, voltar à terra.
Neste caso, literalmente.
A universidade de Oxford está neste preciso momento, a não ser que tenha, entretanto, chegado a alguma conclusão, a tentar perceber porque razões não existem infetados por COVID-19 entre os praticantes avançados de yoga.
O nosso corpo reage ao contacto com a terra. Por isto, na Índia, pessoas dedicadas ao crescimento espiritual caminham descalças e sempre se sentam de forma a ter a maior superfície possível em contacto com o solo. Desta forma é dado ao corpo um forte lembrete experimental que é só uma parte dessa terra. Assim não é permitido ao corpo esquecer as suas origens.
É uma reconexão do corpo à origem da sua fonte física.
Isto restaura a estabilidade do sistema e aumenta imenso a capacidade de rejuvenescimento.
Por isto muitas pessoas declaram ter melhorado muito a sua qualidade de vida, quase uma transformação mágica, com atividades de exterior como a jardinagem ou uma pequena horta.
Atualmente afastamo-nos de muitas formas desta necessária proximidade da terra. Tudo está pavimentado, prédios de vários andares, solas isolantes, saltos altos.
As principais consequências deste afastamento sistemático são as doenças autoimunes e as alergias crónicas.
Quando tendemos a adoecer com frequência deveríamos, ou pelo menos tentar, dormir mais próximo do solo ou no mínimo com menos separações entre nós e o solo. Isto poderá fazer uma grande diferença.
Outra forma de nos reequilibrarmos é procurarmos uma árvore que nos pareça plena de vitalidade, com muitas folhas ou frutos. Passarmos algum tempo na sua companhia. Lendo na sua sombra, fazendo uma ou outra refeição. Enquanto estamos na sua proximidade lembremo-nos: Esta mesma Terra é o meu corpo. Eu vim desta Terra e a ela serei devolvido.
Conscientemente peçamos à Terra Mãe para nos sustentar, nos segurar, nos manter bem. A capacidade do nosso corpo se restaurar será em muito aumentada.
Outra forma ainda é pegar num bocado de solo fresco e cobrir mãos e pés com ele, ficando assim por cerca de meia hora.
Claro que os privilegiados que vivem à beira mar, conseguem todo o benefício com uma caminhada na areia molhada.
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Os pés no chão. Literalmente.
Estar em contacto direto com a terra ajuda o corpo a reencontrar equilíbrio.
Ao tocar o solo, lembramo-nos — fisicamente — de onde vimos.
A universidade de Oxford está neste preciso momento, a não ser que tenha, entretanto, chegado a alguma conclusão, a tentar perceber porque razões não existem infetados por COVID-19 entre os praticantes avançados de yoga.
Hoje vivemos afastados desse contacto: cimento, prédios, solas isolantes.
E o corpo ressente-se.
Pequenos gestos fazem diferença:
andar descalço na relva, terra ou areia molhada
sentar-se no chão, junto a uma árvore viva
jardinagem, horta, natureza
dormir mais próximo do solo
Este regresso simples à terra ajuda a estabilizar o sistema, reduzir o stress e melhorar o bem-estar geral.
Às vezes, a forma mais direta de nos reequilibrarmos…
é voltar ao básico.
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Penso, logo existo?
“Penso, logo existo.” Penso… e depois? Grande coisa.
Renatus Cartesius, vulgarmente conhecido como René Descartes, nasceu em França e morreu longe, na Suécia. Influenciado por Platão, acabou por influenciar Newton e, por arrasto, quase todos nós. A sua frase atravessou séculos como um pilar da identidade humana: acreditamos que existimos porque pensamos.
Mas talvez seja o inverso. Existimos — e por isso podemos pensar. Ou não pensar.
Nos momentos mais belos, loucos e memoráveis da vida, o pensamento não estava presente. Havia apenas a vida a acontecer. Nenhuma análise, nenhuma narrativa interna — só experiência. Isso basta para perceber que, mesmo sem pensamento, a existência é.
O que são, afinal, os pensamentos? Informação acumulada e reciclada. Não consigo pensar em nada que não esteja já armazenado na minha mente. O intelecto humano não cria do nada: reorganiza, compara, mede, associa. Todo o pensamento é passado disfarçado de presente.
As grandes descobertas nunca surgiram da observação da memória, mas da observação da natureza. Ainda assim, passamos a maior parte da vida a pensar sobre a vida em vez de a viver. Viemos para experienciar ou para interpretar?
Se quisermos conhecer as dimensões experienciais da vida, o pensamento não é o caminho. Mesmo o maior cérebro do mundo não consegue produzir um pensamento maior do que a própria vida. O pensamento é lógica aplicada à existência; é o intelecto a ver semelhanças e diferenças. Útil, sim — suficiente, não.
O planeta gira sobre si mesmo. As galáxias interagem. O cosmos parece funcionar extraordinariamente bem. No entanto, basta um pequeno pensamento de perda rastejar pela mente para que surja um mau dia. Isto acontece porque vivemos confinados a um espaço interior minúsculo, desconectado da realidade maior.
Sentimo-nos inseguros porque tudo, na mente, pode desmoronar-se a qualquer instante.
Se nos olharmos à escala do cosmos, não somos mais do que uma partícula de poeira. Ainda assim, acreditamos que o nosso pensamento — que é menos do que uma partícula de poeira dentro de nós — deva determinar a qualidade da nossa existência.
Gautama Buddha foi um Buda, mas outros houve e outros haverá. Buda não é um nome próprio: é qualquer ser humano que transcende a identificação com o intelecto, com a natureza lógica e discriminatória da mente.
Ser um buda é tornar-se testemunha do próprio pensamento.
Quando deixamos de nos confundir com a mente, ficamos livres para experimentar outras dimensões da vida. A partir daí, começa uma existência de maior clareza, perceção e liberdade. Não é o fim do pensamento — é o fim da sua tirania.
É o nascimento da liberdade.
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O Corpo
O corpo pode tornar-se uma questão, uma importante questão, uma barreira entre nós e o gozo da vida.
Se queremos mantê-lo da forma certa teremos de prestar atenção às várias atividades relacionadas com o sexo, o sono e a comida.
Têm-se dito, nas últimas décadas, que devemos comer, ao longo do dia, várias refeições.
Que o pequeno almoço é a principal, um pequeno snack a meio da manhã, almoçar, lanchar, umas barritas energéticas pelo caminho, umas bolachinhas e iogurte, uns “bifidus activus”, umas peças de fruta, jantar, leitinho e bolachas, sei lá que mais.
Nunca estar mais de 3 horas sem comer, outros dizem 2 horas e meia, até há quem diga duas horas.
Tudo disparate, erro.
Ao contrário, importante é não passar o dia a comer. O nosso corpo e cérebro estão no seu melhor quando o estômago está vazio.
O corpo é, de facto, uma acumulação de comida. Tudo o que comemos transformamos em nós próprios ou eliminamos. Este "milagre" é mais ou menos exigente dependendo do que temos de transformar em nós próprios.
Uma peça de fruta, um legume cru, leva duas a três horas a percorrer todo o aparelho digestivo. Cozinhado, embora demore menos tempo a mastigar, quatro a seis horas de um lado ao outro.
Já um bife pode tomar 72 horas a ser digerido. Exige uma enorme energia vital para eliminar as bactérias que a 36,8 º se vão multiplicando pelo caminho.
Há mesmo partes da carne que não conseguiremos completamente transformar e integrar. É o caso dos químicos produzidos pelas fortes emoções do animal quando sacrificado.
Muito do nosso stress é importado desta forma sem que o saibamos.
Até aos trinta anos três refeições por dia adequam-se bem na nossa vida. Daí em diante o ideal seriam duas refeições diárias, almoço e jantar.
Por favor sejamos conscientes, comamos de tal maneira que em duas a duas horas e meia o estômago esteja vazio e que entre doze a dezoito horas a comida esteja totalmente fora do sistema.
Desta simples consciência virá muito mais energia, agilidade e atenção.
Estes são os ingredientes de uma vida bem sucedida independentemente do que fazemos com ela.
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Antenas ligadas
Antigamente, uma antena mal orientada bastava para a televisão mostrar apenas “chuva”. Era preciso subir ao telhado e alinhar. O corpo funciona da mesma forma: quando está bem orientado, capta muito mais do que os cinco sentidos. Quando está fora de sintonia, nem esses sentidos funcionam plenamente. O alinhamento do corpo transforma-o numa ferramenta precisa para compreender a nós próprios e o mundo.
Se aprendermos a “ler” o corpo, ele revela potencial, limites, passado, presente e até possibilidades futuras. O ser humano é composto por corpo físico (acumulação de alimento) e corpo psicológico (acumulação de conhecimento). Quando esta “antena” interna encontra a geometria correta, reflete dentro de nós a própria ordem do universo.
Em repouso, respiramos entre doze e quinze vezes por minuto. Ao reduzir para doze ciclos, tornamo-nos mais sensíveis ao ambiente.
A nove ciclos, conseguimos interpretar a linguagem de outras criaturas.
A seis, sentimos a própria linguagem do planeta.
A três ciclos — oito segundos a inspirar, dois a suster, oito a expirar, dois a suster — entramos numa profunda perceção da fonte criadora.
Este processo não depende de maior capacidade pulmonar, mas de alinhamento interno. Menos fricção, menos “ruído”. Surge então um estado de clareza em que a perceção se torna completa.
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Somos o que comemos?
No Green, acreditamos que a alimentação é um dos pilares fundamentais da saúde, do bem-estar e da forma como experienciamos a vida. Esta é a nossa visão sobre alimentação consciente, natural e saudável.
Assumindo que o corpo físico é uma acumulação da comida, então esta deve ter influência no tipo de corpo que construímos.
Pode ter-me escapado, mas não lembro de ter visto nenhum “fortinho” entre os prisioneiros dos campos de concentração da segunda grande guerra.
O que comer, quanto, como e quando comer determina a qualidade do corpo e quão confortável ele se sente.
É claro que um corredor dos 100 metros, um funcionário das finanças ou um estivador deverão comer diferente.
O que comemos não só decide a nossa saúde física como a própria forma como pensamos, sentimos e experienciamos a vida.
Comer com inteligência significa perceber qual o tipo de combustível adequado a este corpo e dar-lhe o que ele precisa, de forma a que ele responda no seu melhor, nem mais nem menos.
Encher o depósito com combustível inadequado fará o corpo funcionar mal, aparecerão avarias e a máquina vai durar pouco.
A compatibilidade entre a comida e o corpo permitem o ótimo funcionamento.
Certos tipos de comidas põem o corpo leve, alegre. Outros põem-no preguiçoso, letárgico e precisamos de dormir mais horas para recuperar.
A primeira questão prende-se com a cozedura. Precisamos de certas enzimas para transformar os alimentos em nós próprios, extrair-lhes a energia. Muitas dessas enzimas estão nos próprios alimentos, a cozedura, principalmente a prolongada destrói essas enzimas aumentando muito a dificuldade da digestão.
Assim, os alimentos crus são importantes na nossa dieta. O ideal seria meio por meio.
Mastigação mais demorada igual a digestão rápida e eficiente.
Comer alimentos naturais, não cozinhados, enquanto as células ainda estão vivas, trará uma notável sensação de saúde e vitalidade ao sistema.
Não vão por mim, pelo médico de família ou pelo nutricionista. No que respeita à comida é o corpo quem deve falar. Pergunta ao corpo, não à língua, qual a comida com que se sente mais confortável. Estar atento ao que o corpo disser, é a comida adequada.
Aprendamos a ouvir o que o corpo tem a dizer. Com o desenvolvimento desta consciência chegará o momento em que saberemos exatamente o que cada alimento fará ao nosso corpo.
Quando lá chegarmos o simples toque e observação nos dirão o impacto no sistema.
No Green, aplicamos esta filosofia diariamente na nossa cozinha, com foco em ingredientes naturais, preparações conscientes e numa alimentação que respeita o corpo, o ritmo de cada pessoa e o equilíbrio entre o cru e o cozinhado. Se procuras um restaurante vegetariano ou vegan em Guimarães, com propostas de comida saudável, consciente e pensada para o bem-estar, este é o nosso convite.
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Gorduras
Os humanos, para terem energia, dependem de dois tipos de combustíveis. Açucares e gorduras.
Por açucares entendam-se os mais simples, como o açúcar refinado, o álcool, as farinhas também refinadas e os mais complexos como a batata doce, o aipo, as folhas verdes etc. Os complexos são mais adequados do que os simples para a nossa saúde.
Por gorduras entendam-se as obtidos por pressão mecânica, os extras virgens e os obtidos por temperatura. Todas as gorduras são boas desde que obtidas por pressão mecânica. Quando mastigamos nozes ou amêndoas obtemos os seus nutrientes e suas excepcionais gorduras mecanicamente. Quando num lagar prensamos azeitonas o liquido obtido é ouro. No final do processo de pressão seja de azeitonas seja de sementes de girassol, sésamo, etc, sobra um "bagaço" carregado ainda de cerca de 80% da gordura disponível. Para a obterem aquecem este "resíduo" até á sua evaporação. De um lado fica cinza do outro condensa um liquido cujas moléculas foram gravemente (para a nossa saúde) afetadas.
O consumo dos ditos óleos alimentarem, obtidos por aquecimento (todos os que não são extra virgens) diminuem a nossa esperança de vida em cerca de 20%.
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Sementes
Os humanos, para terem energia, dependem de dois tipos de combustíveis. Açucares e gorduras.
As sementes são ricas em boas gorduras. Pela mastigação obtemos destas excelentes nutrientes onde se incluem essas gorduras.
Foram encontradas no Egipto, dentro de uma ânfora, sementes de trigo com mais de 4 mil anos. Uma vez humedecidas germinaram. Todas as sementes estão cobertas por químicos poderosos e inteligentes para se manterem vivas. O primeiro objectivo de uma semente é germinar. Assim, a estes sofisticados químicos dá-se o nome de anti-nutrientes onde se incluem os fitatos. A semente quase deseja ser engolida mas não digerida para, uma vez depositada em terreno fértil, germinar e reproduzir-se. No pinhão está um pinheiro, com o seu tronco e agulhas, na bolota está um carvalho, com a sua madeira dura e suas folhas refrescantes. No feijão um feijoeiro, na amêndoa uma amendoeira. Todas as sementes contém anti-nutrientes. A melhor forma de nos livrarmos destes é demolhando-as em água. O grão, o feijão, como exemplo, precisam de 30 horas e 3 águas. As nozes e as avelãs em meia dúzia de horas estão limpas, depois é só secar-las e come-las.
As sementes são ricas em minerais essências como zinco, magnésio, ferro, etc etc. Um dieta rica nestes nutrientes é saudável.
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Cogumelos
Os cogumelos, são um dos alimentos do futuro.
Um estudo acabado de realizar em universidade do Sul da Ásia, que demonstra que se comermos duas taças de cogumelos por semana se consegue uma redução de 90% da probabilidade de vir a desenvolver Alzheimer. Um das substancias que integra todos os cogumelos é um incrível composto chamado Ergothinina. Esta substância atravessa a barreira hematoencefálica mais eficazmente que a curcumina evitando a inflamação neuronal como nenhuma outra. As drogas farmacêuticas são (até ao momento) totalmente ineficazes quando comparadas com o maravilhoso efeito dos cogumelos nesta afeção.
Os cogumelos também alimentam as bactérias benéficas/amigas que habitam no nosso intestino desinflamando-o e melhorando a sua função.
Pela vossa saúde comam cogumelos. Marque mesa connosco. 🍀


A alegria
A alegria aumenta a capacidade do corpo agir e pensar.
Podemos fazer exercício, nadar, caminhar, remar, yoga, pilates mas sem alegria não pode haver saúde.
A tristeza diminui, a capacidade do corpo agir e pensar.
Com tristeza não há alegria, sem alegria não há saúde. Assim, conscientes desta verdade devemos estar atentos para fugir, evitar a tristeza e procurar ativamente a alegria e abraçá-la.
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Lactofermentados
Diz-se lactofermentados porque integram lactobacilos que resultam de fermentação. Lactobacilos são seres vivos microscópicos sem os quais não podemos sobreviver. O microbioma intestinal ou micribiota é uma comunidade de bactérias, virús e fungos que coabitam no nosso intestino e sem a qual não conseguimos assimilar os nutrientes. Da "boa" diversidade, qualidade e quantidade depende a "alegria" desta comunidade e desta alegria depende a sua eficácia a consequentemente a nossa saúde. Chucroute, pickles, kimchi, Kombuchas, kefir, etc, etc, promovem a saúde a um nível excelente. A vibrância e alegria produzidas por esta comunidade afetam outras tais como o sistema nervoso central (entusiasmo ou depressão) e o sistema imunológico (saúde física ou doença).
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Feijão Preto
O feijão preto é um alimento nutritivo que pode ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, anemia e obesidade. Ele também ajuda a fortalecer o sistema imunológico e a ganhar massa muscular.
Benefícios do feijão preto:
Saúde cardiovascular; O feijão preto é rico em fibras e antioxidantes, o que ajuda a reduzir o colesterol LDL e a inflamação.
Anemia; O feijão preto é rico em ferro, o que ajuda a combater a anemia.
Perda de peso; O feijão preto é rico em fibras e proteínas, o que ajuda a aumentar a sensação de saciedade.
Massa muscular; O feijão preto é rico em proteínas, que ajudam na regeneração e fortalecimento dos músculos.
Sistema imunológico; O feijão preto é rico em ferro, zinco e folato, que ajudam no bom funcionamento do sistema imunológico.
Pressão alta; O feijão preto é rico em potássio e magnésio, o que ajuda a prevenir a pressão alta.
No Brasil o feijão preto é muito popular contribuindo decisivamente para a saúde cardiovascular do povo brasileiro. No Green, no mínimo uma vez por semana, integramos este alimento em diferentes pratos.
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Silhueta de praia
A alimentação de base vegetal tem ganhado destaque não apenas como tendência, mas como escolha consciente pelos benefícios à saúde, ao planeta e à vida animal.
Do ponto de vista nutricional, dietas ricas em vegetais são naturalmente abundantes em fibras, vitaminas, antioxidantes e gorduras saudáveis, contribuindo para a prevenção de doenças crônicas, como cardiopatias, diabetes e certos tipos de câncer. Além disso, possuem menor teor de gordura saturada em comparação a produtos de origem animal.
Ambientalmente, a produção vegetal demanda menos recursos hídricos e emite menos gases de efeito estufa que a pecuária, reduzindo o desmatamento e preservando ecossistemas. É uma alternativa eficaz para combater a crise climática.
Éticamente, priorizar plantas minimiza a exploração animal, promovendo um estilo de vida compassivo. Ao optar por vegetais, fortalecemos a saúde, preservamos o meio ambiente e cultivamos respeito à vida — um passo simples rumo a um futuro mais equilibrado e sustentável.
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Quando a morte chega de repente
A morte súbita, especialmente em alguém jovem e aparentemente saudável, é sempre um choque.
Ainda ontem o vi correr e sorrir. Ninguém esperava.
As principais causas de morte continuam a ser a aterosclerose e o cancro. Ambas evoluem em seis fases: acumulação, agravamento, propagação, localização, doença e diversificação — quase sempre silenciosamente. Tentamos calar os sintomas com medicamentos, até que algo grave acontece.
Cinco elementos influenciam a saúde: água, ar, terra, fogo e pensamento — o mais poderoso. Por exemplo, o “fogo” aumenta com álcool ou comidas condimentadas. Um pequeno refluxo pode evoluir para azia, depois inflamação, e finalmente uma doença crónica como artrite.
A dieta também pesa: ao consumir produtos de origem animal, acumulamos “terra” nos vasos sanguíneos. Os efeitos são lentos: perda de cognição, envelhecimento precoce, até surgir o trombo.
Nos atletas, o coração forte pode tornar o desfecho ainda mais dramático. A dor passa do corpo para a família. Para os que ficam, resta a reflexão: a vida é breve, mas pode ser vivida com mais consciência e equilíbrio.
Cuidar é escutar o corpo antes que ele grite.
A vida é breve, sim. Mas pode ser vivida com mais presença.
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Cabeça e coração
Pensamos com a cabeça. Sentimos com o coração. Mas será que estão assim tão separados?
Na verdade, não.
O que pensamos influencia o que sentimos. E o que sentimos molda o que pensamos.
Cabeça e coração são duas faces da mesma mente. Um mais rápido, outro mais intenso. Mas fazem parte de um mesmo todo.
Quando criamos pensamentos negativos, as emoções seguem atrás.
Quando guardamos mágoas, o pensamento também muda de tom.
É tudo ligação.
Não há cortes entre razão e emoção — apenas diferentes velocidades.
A emoção é o sabor do pensamento.
Às vezes doce, outras mais amarga.
E como todo o sabor, precisa de tempo para mudar.
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A Vida não faz sentido?
A vida não tem sentido ou falta dele, isso não interessa.
A vida é uma abertura a oportunidades, o seu sentido depende de nós, a sua cor, a sua dança, a sua música são desafios criativos.
Se houvesse sentido não haveria desafio, seria uma coisa feita.
Se te disserem que a vida tem um sentido, desconfia, foge das verdades. A existência é mais profunda que qualquer sentido. É um desafio à criatividade.
Dá-nos todo o espaço que precisamos e ainda assim sentimos vazio.
Devemos prestar toda a atenção às palavras que usamos, pois, que elas nos transportam para conceitos. “Vazio” é uma palavra triste. Algo deveria lá estar e não está.
Sou assim tão especial? Por que raio mereceria eu que lá estivesse algo esperando por mim?
A palavra certa, o gesto certo faz toda a diferença. Em vez de vazio vou antes usar amplitude, sim, um espaço sem qualquer constrangimento, limite, direção. Tão espaçoso que nos dá absoluta liberdade para sermos aquilo que a nossa capacidade permitir. Um espaço desimpedido para crescer, florir, que nada nos impõe. Somos orientados para um objetivo e se lá chegarmos somos bem-sucedidos, mas teremos perdido imensas oportunidades, as "riquezas" da vida.
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"Efeito Green"
Resultado positivo, no corpo e na mente, num futuro breve, duma mudança de hábitos:
Pele saudável, silhueta jovem, alegria espontânea, clareza mental e boas ideias para a vida.
Para obter este efeito:
Melhor sono, deitar o mais perto possível do pôr do sol e levantar o mais perto possível do nascer do sol.
Melhor exercício, caminhar tanto quanto possível, evitar o uso do carro, subir escadas e algum exercício de força todos os dias (pode ser calistenia, com o peso do próprio corpo).
Melhor alimentação, gorduras obtidas por pressão mecânica (nozes, amêndoas, avelãs, azeite, óleo de côco, etc.) Fugir das farinhas, massas, pão, bolos, refrigerantes, álcool. Verduras frescas, leguminosas, tubérculos, vegetais em geral ou vá a um restaurante vegan ou vegetariano em Guimarães, venha ao Green .
Melhor ligação à natureza, Expormo-nos o quanto possamos à luz do dia e diretamente ao sol. As melhores horas são o nascer do dia (ultravioletas), das 11 às 15 (vitamina D) e ao fim do dia (infravermelhos); desenvolver a consciência de que todas as coisas vivas estão ligadas e nós somos parte de um todo. Abraçar uma árvore, pôr os pés nus na areia da linha de água do mar, sermos gratos.
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A consciência para a saúde.
Somos uma consciência que assiste ao que se passa em nós e à nossa volta.
Temos um espírito que orienta uma alma e um corpo.
O corpo é um conjunto de muitas consciências, corpos e almas, orientados por um espírito. O espírito dos pequenos corpos é a nossa consciência.
Se a nossa consciência perceber a integração total na natureza mãe, na terra, no mar, nas plantas, nos animais, nos planetas e estrelas, aí, o espírito desses pequenos seres percebe ser parte fundamental de um todo maravilhoso, sente-o, ganha essa consciência. Isto proporciona alegria a cada pequeno ser, saúde, vitalidade.
Quando nos separamos da natureza, julgando pertencer a um reino que está acima do reino da natureza, a mensagem ao espírito é de isolamento, tristeza e com esta vem a incapacidade de manter a saúde. A dor, a doença, aparecem de uma qualquer forma.
Escolhe uma árvore vibrante e com os pés nus sobre as raízes abraça-a deixa-te observar por ela. Põe-te de pé na linha de água entre a terra e o mar, deixa que os pés sejam afagados pela espuma e deixa-te observar pelo mar. Esta nova consciência vai “encher” o teu corpo de saúde.
Se ficares com apetite marca mesa no Green 😊
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O sexo é um jogo onde a dualidade se encontra. Luz e sombra, calor e frio, fêmea e macho — O impulso natural de dois se tornarem um.
A natureza usa-o como instrumento: procriar, preservar a vida.
Mas o desejo vai além do corpo.
É o eco de uma antiga unidade perdida.
Na juventude, o corpo fala mais alto — queremos sentir.
Na meia-idade, o coração assume — queremos amar.
Com o tempo, buscamos compreender — queremos saber.
O sexo, então, revela-se apenas um dos caminhos para a mesma busca: a união.
Procuramos quebrar fronteiras com o corpo, com a mente, com o outro.
O sexo é natural; a sexualidade, uma invenção da mente.
Quando vivida com consciência, não é suja nem sagrada — é vida em movimento.
Comer, dormir, foder: tudo pode ser vulgar ou divino, depende da intenção, da presença e do respeito.
Trazer veneração ao acto é reconhecer no outro um espelho do que somos.
E talvez, por um instante, recordar o que era ser um só.
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O sexo e a saúde.




Não há crescimento sem dor, "a mudança e a incerteza assustam".
Hoje em dia não precisamos ter uma reserva de gordura à volta da barriga embora o nosso instinto ainda nos mande faze-lo. è melhor acumular alguma reserva no banco.
A alegria que vem com uma alimentação adequada, nossa e do mundo, nada tem a ver com a tristeza e dor que vem com uma alimentação inadequada, estejamos ou não conscientes disso.
Quando comemos um animal industrializado (chama-se zootécnia) estamos a comer medo.
Quando comemos plantas frescas, vibrantes estamos a alimentar-nos de sol .
Reserve mesa connosco. 🍀
Antes comer sol que medo


Crenças prendem ou libertam
As religiões criaram em nós tanto medo e vergonha que, muitas vezes, até a nossa própria natureza humana nos parece errada. Passamos a acreditar que precisamos de ir a lugares “sagrados” para ficarmos puros.
Mas a espiritualidade verdadeira não é fugir da vida — é estar totalmente vivo. Quando somos naturalmente alegres, tratamos melhor quem está à nossa volta. O corpo perde agilidade com a idade, mas a alegria e a energia podem até crescer. Se isso não acontece, é como se estivéssemos a apagar-nos aos poucos.
As Crenças. Muitas crenças são apresentadas como espirituais, mas o caminho espiritual é sempre uma busca, uma aventura pessoal. Acreditar é aceitar algo sem realmente saber. Procurar é admitir que não sabemos. Isso dá flexibilidade. Quando nos agarramos a crenças rígidas, ficamos fechados e isso cria sofrimento no mundo.
A sociedade é um reflexo do que somos por dentro. Pessoas flexíveis criariam uma sociedade aberta; pessoas presas a crenças criam uma sociedade rígida. O que precisamos não é de fé cega, mas de compreender profundamente a natureza humana.
O verdadeiro trabalho é criar condições saudáveis para o corpo e a mente. Em boas condições, todos podemos ser seres humanos admiráveis; em más condições, todos podemos sofrer e causar sofrimento.
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